Eu queria-te aqui. Aqui ao pé de mim. Queria te provar o que ainda não consegui. Queria te mostrar o que te posso dar. Queria ser tua. Queria fazer te esquecer todos os teus medos. Queira apoiar-te nos maus momentos. Queria festejar os teus bons momentos. Queria ser o teu ombro. Queria ser o teu lençol. Queria poder te beijar, abraçar, amar, tocar, sentir, cheirar. Queria fazer acontecer e fazer valer a pena. Queria te mostrar que sempre fui sincera. Queria poder te dar tudo o que nunca tiveste. Queria ser tua amiga e o teu amor. Queria deixar-te louco, revirar a tua cabeça. Eu queria tanta coisa contigo...
quarta-feira, 9 de maio de 2012
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Duvidas...
As tuas palavras?
Devo sublinha-las?
Ou do meu livro apaga-las?
Os teus gestos?
Devo guarda-los?
Ou simplesmente esquecê-los?
O brilho dos teus olhos?
Devo admira-lo?
Ou rapidamente desvia-lo?
O teu cantar?
Devo ouvi-lo?
Ou da minha radio apaga-lo?
Não sei se as tuas palavras foram as certas
Os teus gestos, sinceros
O teu brilho, verdadeiro
O teu cantar, para mim
Prometeste-te-me um futuro
Tocaste o meu coração
Iluminaste os meus dias
E no fim encantaste-me...
Mas agora?
Onde estão as tuas palavras de promessa?
Os teus gestos tocantes?
Os teus olhos brilhantes?
O teu cantar encantante?
Afinal isto é realidade ou ilusão?
Devo manter está paixão?

Devo sublinha-las?
Ou do meu livro apaga-las?
Os teus gestos?
Devo guarda-los?
Ou simplesmente esquecê-los?
O brilho dos teus olhos?
Devo admira-lo?
Ou rapidamente desvia-lo?
O teu cantar?
Devo ouvi-lo?
Ou da minha radio apaga-lo?
Não sei se as tuas palavras foram as certas
Os teus gestos, sinceros
O teu brilho, verdadeiro
O teu cantar, para mim
Prometeste-te-me um futuro
Tocaste o meu coração
Iluminaste os meus dias
E no fim encantaste-me...
Mas agora?
Onde estão as tuas palavras de promessa?
Os teus gestos tocantes?
Os teus olhos brilhantes?
O teu cantar encantante?
Afinal isto é realidade ou ilusão?
Devo manter está paixão?

Mais que uma razão...
Há muito que procurava um dom, uma paixão. Não tinha certeza de nada. Não encontrava nada que me completa-se. Não foi como por magia, como muitos pensam. O bichinho já estava aqui.
Tudo começou num diário. Depois da morte de uma grande amigo, Bruno Ferreira, resolvi fazer o que ele mesmo fazia. Passar para o papel o que sentia. E assim o fiz, tinha eu os meus 14 anos. Comecei a escrever um diário, todo dedicado ao Bruno. Arranjei maneira de o manter vivo, tal e qual a Joana manteve viva a marta em " A Lua de Joana". Mas cheguei a um ponto que percebi que o que aquilo me andava a fazer não era só aliviar-me. Por vezes também me provocava dor, pois estava constantemente a lembrar-me de um ser muito especial para mim. Acabei por abandonar a escrita com 16/17 anos.
Só voltei a escrever quando me apaixonei por uma rapaz de longe, tinha eu 20 quase 21 anos. A escrita era o meu único meio de demonstra o que sentia por ele. Desde então, nunca mais parei e sei que desta é de vez.
Só voltei a escrever quando me apaixonei por uma rapaz de longe, tinha eu 20 quase 21 anos. A escrita era o meu único meio de demonstra o que sentia por ele. Desde então, nunca mais parei e sei que desta é de vez.
Encontrei finalmente algo que me dá prazer. Encontrei o meu talento, o meu dom. Quer gostam ou não, é o que eu vou fazer. Escrevo para minha necessidade não para a necessidade dos outros. Até posso vir a fazer isto uma carreira. Não quero ficar só pelos poemas e pelos textozinhos. Quero escrever um livro e vou CONSEGUIR! Já tenho quem goste do meu trabalho e que me apoia, mas mesmo se tivesse sozinha, eu ia seguir em frente.
É mais que uma razão,
Não tem explicação,
É um sentimento,
É a minha paixão.
Escrevo de coração,
Não há ilusão,
É uma certeza,
A minha revolução. Esta musica explica muito apesar de falar de musica e eu de escrita, no final, são coisas iguais... São palavras saídas do coração, são uma paixão!!!
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